quinta-feira, abril 19, 2007

We'll always have Paris...


Ilsa: Play it once, Sam. For old times' sake.
Sam: [lying] I don't know what you mean, Miss Ilsa.
Ilsa: Play it, Sam. Play "As Time Goes By."



Ilsa: I wasn't sure you were the same. Let's see, the last time we met...
Rick: Was La Belle Aurore.
Ilsa: How nice, you remembered. But of course, that was the day the Germans marched into Paris.
Rick: Not an easy day to forget.
Ilsa: No.
Rick: I remember every detail. The Germans wore gray, you wore blue.



Ilsa: Kiss me. Kiss me as if it were the last time.



Ilsa: But what about us?
Rick: We'll always have Paris. We didn't have, we, we lost it until you came to Casablanca. We got it back last night.
Ilsa: When I said I would never leave you.
Rick: And you never will.



Filme - Casablanca (1942) de Michael Curtiz com Ingrid Bergman e Humphrey Bogart nos papéis de Ilsa Lund e Rick Blaine. Uma obra prima...

... y siempre nos quedará Paris. Te quiero!

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domingo, fevereiro 25, 2007

Unforgettable

Há pessoas que deixam na nossa vida marcas absolutamente indeléveis. Que de muitas formas são inesquecíveis e que, apesar do tempo, da distância e da falta de contacto, continuam presentes.
Há filmes que nos fazem sonhar e querer ser um dos personagens.
Há momentos em que a realidade supera de longe a ficção de qualquer filme :)

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quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Vinte e tantos anos depois...

- Hola! Soy yo...
- Sí ya lo sé, he intentado llamarte...
- Sí... y te acuerdas de mí?
- Como podría olvidar?! Tu voz está igual... tu risa...

Durante hora e meia fui outra vez aquela rapariga de 20 anos que conheceste. A tua voz agitou-me o coração exactamente como naquela época, exactamente como naquele dia em que, sentados nos baloiços do parque, me dizias temer estragar a nossa amizade. Não estragaste. És uma das recordações mais belas que tenho.

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segunda-feira, janeiro 29, 2007

Fui ver o correio...

e nada! A minha caixa de correio só vê contas e publicidade, que neura! Recebo dezenas de e-mails por dia, mas uma carta de verdade, daquelas com papel e caneta... nada :(


Será que já ninguém escreve cartas, longas ou mesmo curtinhas, só para partilhar as novidades e saber dos amigos ou familiares? Ou postais, daqueles ilustrados, enviados dos locais onde passamos férias? Não? Pois... é uma pena... e se pensarmos bem, as férias hoje em dia são tão curtinhas que o postal chegaria depois de nós!
Há pelo menos 3 anos que não ensino aos meus alunos como se escreve uma carta em Inglês. Perante o enfado deles e os comentários - "Ninguém escreve cartas!", "Coisa mais antiga..." - desisti. Juntei-me a eles e ensino-os a escrever e-mails. É mais prático e útil.


Mas, e a emoção de receber uma carta em papel perfumado, com letra desenhada a ternura? Como explicar, como ensinar isso à geração do meu filho que nunca sentiu tal coisa?

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